
O presidente da União Brasileira de Municípios (UBAM), Leonardo Santana, distribuiu nota de apoio ao governador eleito Ricardo Coutinho na luta que será travada no congresso nacional para a volta da CPMF.
A UBAM já está enviando cartas aos deputados e senadores defendendo a cobrança do tributo e pedindo o apoio da Câmara e do Senado, com o objetivo de fortalecer os Estados e Municípios.
Os Prefeitos e os governadores eleitos estão pedindo a volta da CPMF que era uma contribuição destinada especificamente ao custeio da saúde pública, da previdência social e do Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza. Quando a CPMF estava em vigor, em 2007, o Presidente Lula, com o apoio da bancada do governo propôs reduzir o percentual de 0,38% (é bem menos de 1%) para 0,1%. ou seja, de cada R$ 100,00, 1 centavo seria o valor da CPMF.
No entanto, aqueles que haviam criado o IPMF em 1993 enchendo as burras do governo, foram contra o projeto, sendo este então extinto em 2007.
A UBAM defende que o projeto da reforma tributária deve sair da gaveta e que o Imposto de Renda deve ter suas tabelas reajustadas para que incidam menos sobre quem ganha menos e mais sobre quem ganha mais.
“O IR é um tributo que os ricos sonegam descaradamente, já que no geral são eles que declaram e pagam sobre o que declaram. Já para a tão sofrida classe média, o Imposto de Renda vem descontado no contracheque. Não havendo a menor chance de sonegação. Sendo assim, o IR é um Imposto sonegado pelos ricos e pago pela Classe média.”
Leonardo Santana defendeu a volta da CPMF pelo fato de estabelecer um percentual insignificante, de 1 centavo para cada R$ 100,00, onde não há exclusão de contribuintes, pois todos pagam e o melhor é que os que movimentam mais pagam mais e os que movimentam menos pagam menos. Fonte: com Ascom UBAM
Postado Por: Soares
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