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Procurador Geral do Estado nega perseguição política em Catolé e acusa prefeito de descumprir decisão judicial


O procurador-geral do Estado, Edísio Souto, entrou em contato com o blog na manhã desta quinta-feira para rebater as acusações do prefeito de Catolé do Rocha, Edvaldo Caetano (PTB), de que estaria sofrendo perseguição política com a tentativa do governo de tomar a gerência do Hospital Distrital Américo de Vasconcelos Maia.

Edísio Souto acusou o prefeito de estar descumprindo decisão judicial e disse que chegou a cogitar pedir a prisão de Edvaldo por desobediência.

“O governador José Maranhão, no entanto, me pediu que retirasse da petição o pedido de prisão e nós deixamos apenas os pedidos de autorização, com base em decisão judicial proferida pelo desembargador Romero Marcelo, para entrar no Hospital e assumirmos o comando”, declarou Edísio Souto.

Segundo ele, a decisão de Romero Marcelo cassa a liminar proferida pelo juiz Carlos Sarmento impedindo que o governo do Estado tomasse qualquer providência para assumir o Hospital.

De acordo com contrato firmado em 2005, o Hospital de Catolé deve ficar sob a responsabilidade da prefeitura até dezembro de 2012.

“Mas o Estado é um ente mais rico e pode assegurar mais e melhores condições de atendimento do Hospital para a população”, argumento o procurador-geral do Estado.

Ele disse que o governo estará pronto para assumir a direção do Hospital a qualquer momento.

É confusão em Catolé.
Fonte: Luís Tôrres
Soares
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Este post foi escrito por: Soares

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