
Folha de S. Paulo
As tentativas de diminuir o poder de investigação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), conflitam com o espírito que orientou sua criação.
“Venda de sentenças, atrasos intencionais no andamento de processos, desvio de verbas: casos assim estão longe de constituir a regra geral no Judiciário brasileiro.
Seria absurdo, todavia, dizer que inexistem -- ou ofender-se, como parece ser a reação de alguns magistrados, quando alguém menciona o que acontece. Trinta e cinco desembargadores -- o cargo mais alto nas magistraturas estaduais -- estão sob suspeita de ter cometido irregularidades desse tipo”.
Postado Por: Soares
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