
A Receita Federal relatou ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva que um advogado ofereceu propina a uma servidora da agência de Mauá para quebra de sigilo fiscal.
As servidoras do órgão em Mauá investigadas sob a acusação de participar de um esquema de violação de dados fiscais tinham como intermediários um despachante, um contador e um advogado.
Ao todo, a comissão de inquérito encarregada do caso listou 320 acessos a dados feitos a partir dos computadores das quatro servidoras investigadas.
Para a corregedoria, a quebra do sigilo de contribuintes indica um esquema de venda de dados fiscais. Fonte: Informe Itaporanga com A Folha de São Paulo
Postado Por: Soares
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